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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

TV LG











W7: TV da LG tem tecnologia OLED (LG/Divulgação)



A LG apresentou uma TV surpreendentemente fina. A tela da W7 Signature OLED tem somente 2,5 mm de espessura. O truque para criar algo tão elegante está na soundbar que acompanha o produto. É nela que ficam os componentes essenciais para o funcionamento do televisor como processador e memória – e, claro, os alto-falantes.
Segundo a fabricante, o aparelho pode reproduzir 100% da gramatura de cores DCI-P3, utilizada pela indústria do cinema.
A W7 conta também com a versão mais sofisticada da tecnologia de imagem OLED da LG, uma especialidade da marca. Como antes, a empresa ressalta a fidelidade de cores e o bom contraste apresentados em cada cena, resultado da combinação dos pixels totalmente apagados nas imagens pretas e do HDR (que combina diferentes níveis de iluminação para obter o melhor resultado).

Galaxy A


Uma das novidades da CES 2017 deve estar à venda no mercado brasileiro em breve. A Samsung anunciou na feira de tecnologia americana os aparelhos da linha Galaxy A deste ano. Os produtos levam os mesmos nomes dos antecessores, A3, A5 e A7, e são identificados pelo ano de lançamento – assim como acontece há anos com os carros.
Os novos integrantes da linha Galaxy A têm proteção contra água e poeira, segundo a certificação IP68. Eles podem ser mergulhados durante 30 minutos, a 1,5 m de profundidade. A lógica permanece igual à da geração passada. O A3 é o aparelho intermediário de tela pequena, o A5 tem tela maior e boa relação custo-benefício, enquanto o A7 é quase tão bom quanto o Galaxy S7.
Se a Samsung seguir um cronograma de lançamentos semelhante ao do ano passado no Brasil, os novos Galaxy A chegam às lojas lá pelo começo de fevereiro.

Pen drive Kingston inovação


Pen drive: Acessório da Kingston tem 2 TB (Kingston/Divulgação)

A Kingston criou o pen drive com a maior capacidade existente no momento: 2 terabytes. Se você não sabe, 1 TB equivale a 1.024 GB. O acessório é chamado DataTraveler Ultimate GT e tem conexão USB 3.1, o que viabiliza a troca veloz de dados entre ele e um computador.
O pen drive tem um elegante revestimento de zinco, que o torna mais resistente para o transporte diário – ainda que ele seja grande para um pen drive atualmente. Ele é como um cofre de bolso para os seus dados.
O produto ainda não tem preço definido, mas pode servir para guardar todos os seus arquivos e, especialmente, fotos.

Caixa de som com assistente virtual Alexa


Conhecida pelo Kindle e por sua livraria online, a Amazon foi motivo de inspiração para muitas novidades apresentadas na CES deste ano. O motivo é que o produto Amazon Echo, uma caixa de som que tem uma assistente pessoal (como a Siri, do iPhone) chamada Alexa, é um sucesso nos Estados Unidos.
A Lenovo apresentou um produto similar, chamado Smarth Assistant, que também usa a Alexa. Com isso, fica claro que o aplicativo de inteligência artificial da Amazon não ficará preso ao hardware do Echo. Ele vai funcionar como uma espécie de app para Internet das Coisas.
Essa assistente pessoal virtual tem suporte para mais de 1.500 aplicações e pode ser usada por diversas fabricantes. Outro gadget apresentado com a tecnologia da Amazon é o smartphone Huawei Mate 9.
Luke MacGregor/Bloomberg

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Cirurgia sem sangue? E pode?

Pode sim veja por que:


Cirurgia com aparelho inédito em Testemunha de Jeová 

dura 7 horas na Santa Casa

Paula Maciulevicius e Viviane Oliveira

Pela necessidade de se ter bolsas de sangue em cirurgias, Deolinda só pode ser operada quando o equipamento chegou à Capital, já que pela religião, não é permitida a transfusão de sangue

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Imagem enviada pela biomédica ao Campo Grande News mostra a máquina utilizada na cirurgia. (Foto: Divulgação)Imagem enviada pela biomédica ao Campo Grande News mostra a máquina utilizada na cirurgia. (Foto: Divulgação)
A paciente Deolinda Alves Bastos, de 55 anos, foi a primeira a realizar um procedimento cirúrgico utilizando um aparelho inédito no Estado. A máquina chamada Recuperação Intra-operatória de Sangue, veio de São Paulo a pedido da família de Deolinda, que pertence a igreja Testemunhas de Jeová.
Pela necessidade de se ter bolsas de sangue para qualquer procedimento cirúrgico, Deolinda só pode entrar na sala operatória quando o equipamento chegou à Capital. Já que pela religião, não é permitida a transfusão de sangue, a máquina “reaproveita” o sangue da própria paciente que se perderia na cirurgia.
Depois de ter um AVC (Acidente Vascular Cerebral), Deolinda passou por uma neurocirurgia nesta quinta-feira, na Santa Casa. O procedimento durou 7h, começou por volta das 10h da manhã e só chegou ao fim na tarde.
Adiado uma vez por falta de vaga no CTI (Centro de Terapia Intensiva) da Santa Casa, Deolinda foi a primeira paciente de Mato Grosso do Sul, mesmo com a máquina existindo há 25 anos.
A cirurgia pioneira pode abrir espaço para outros pacientes, a máquina não é só utilizada em casos de pessoas da religião Testemunhas de Jeová, mas também para aqueles que tem incompatibilidade sanguínea ou que por outro motivo, não possam se submeter a transfusão de sangue.
O equipamento chegou a Campo Grande acompanhado de uma biomédica especialista no manuseio. Paula Cristina Frutuoso conversou logo após o término do procedimento com o Campo Grande News e explicou. O sangue é aspirado, filtrado, centrifugado, lavado e somente as hemácias - glóbulos vermelhos, são devolvidos ao paciente.
Ao mesmo tempo em que a cirurgia acontece, a máquina está trabalhando.
De acordo com a biomédica, o aparelho é uma prática da medicina que envolve a recuperação de sangue perdido durante o procedimento e sua reinfusão no paciente.
Durante a operação, Deolinda perdeu pouco sangue. Segundo a biomédica, 125 ml de concentrado de hemácias foram recuperados através do equipamento.
Paula Frutuoso explica que em uma cirurgia de médio a grande porte é preciso no mínimo dois concentrados de hemácias. Cada bolsa custa em média R$ 600, dependendo de cada hospital, o valor já pagaria o kit usado na máquina para cada paciente.
“É para qualquer cirurgia de médio a grande sangramento, por exemplo, nas cardíacas, ortopédicas e de transplante, em que se usa muito sangue”, ressalta a biomédica.
O aparelho só não pode ser usado em casos de cirurgia intestinal e de tumores, quando o risco de contaminação é grande.
Ela ainda afirma que a máquina tem uma série de benefícios. “Não é só pela religião, mas também pela disponibilidade imediata de sangue fresco e a diminuição das reações imunológicas”, completa.
Por se tratar de um procedimento cirúrgico delicado, não foi autorizada a realização de imagens e fotografias dentro do hospital.
Tanto a especialista como a máquina só chegaram até a sala de cirurgia da Santa Casa porque a família de Deolina procurou um grupo de voluntários chamado Colih (Comissão de Ligação com Hospitais para Testemunhas de Jeová), existente em Campo Grande. A partir daí a Comissão agilizou a vinda do aparelho.
O presidente da comissão Jorge Caldas Feitosa fala que o grupo foi criado para pesquisar e divulgar técnicas de conservação do sangue, assim como terapias alternativas à transfusão.
“Esse é o trabalho da Coliy, intermediar o paciente com o médico. É a primeira cirurgia com a máquina no Estado e não é só para evangélico, mas, por exemplo, uma pessoa que tem sangue raro e que precise de transfusão”, acredita.
A cirurgia correu bem e foi realizada pelo neurocirurgião Elias Paulo Fernandes. Ao Campo Grande News ele contou que já tinha conhecimento do aparelho, mas nunca havia utilizado em um procedimento cirúrgico. “Achei excelente e a cirurgia foi um sucesso”, respondeu.
Ainda de acordo com o neurocirurgião, a máquina vai trazer um novo campo de reposição de sangue, não apenas para resolver questões de religiosidade, mas também para atender pacientes que não possa fazer a hemotransfusão.
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TECNOLOGIA PIONEIRA NO BRASIL

Paraná terá radar de última geração para prevenção de desastres naturais

Publicado em 24/02/2015 16:20

Profissionais da Defesa Civil, Simepar e Secretaria e Planejamento, durante reunião com representantes da Agência de Cooperação Internacional do Japão, JICA, que doará um radar meteorológico para monitoramento e prevenção de desastres.Curitiba, 23-02-15.Foto: Arnaldo Alves / ANPr.
O Paraná vai contar com um equipamento de última geração para o monitoramento meteorológico e prevenção de desastres naturais. A instalação de um Radar Banda X, modelo pioneiro no País, é fruto de uma parceria entre o Governo do Paraná com o governo do Japão, por meio da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), que irá disponibilizar o sistema sem custos para o Estado.

A previsão é que o equipamento seja instalado em julho deste ano em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Nesta segunda e terça-feira (23 e 24), profissionais da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, do Instituto Meteorológico Simepar e da Secretaria do Planejamento se reuniram no Palácio das Araucárias com representantes da Jica e da JRC, empresa fabricante do radar, para um encontro técnico de apresentação do equipamento.

EFICIÊNCIA E RAPIDEZ - O capitão Romero Nunes da Silva Filho, chefe do setor operacional da Defesa Civil, explica que o radar é capaz de verificar a proximidade de chuvas críticas com mais qualidade e de forma mais rápida. “A proposta é instalar em uma área do Aeroporto Afonso Pena, porque é um local que abrange a região metropolitana e também porque vai beneficiar o próprio aeroporto nas questões de pouso e decolagem de aviões”, ressaltou.

REFERÊNCIA – O Paraná foi escolhido pela agência de cooperação para a instalação do radar porque possui uma sistemática compatível com o que é operado no Japão, que é referência mundial na prevenção de desastres naturais. O Estado terá a concessão de uso do equipamento por dois anos, podendo ser prorrogado por mais um ano.

O diretor assistente para a América do Sul da Jica, Chiaki Kobayashi, ressalta que a parceria vai permitir um conhecimento conjunto na prevenção de desastres naturais. “Assim como acontece no Brasil, também enfrentamos no Japão problemas com as chuvas intensas em áreas urbanas, então vamos aplicar o sistema no Brasil para nós também podermos aprender como ele funciona”, afirma.

“O Paraná tem os melhores sistemas de monitoramento meteorológico e de Defesa Civil do País, que contribuíram para que o estado fosse escolhido para desenvolvermos este projeto”, destaca.

Kobayashi ressalta que a prevenção de desastres naturais é prioridade do governo japonês, que mantém com o Brasil um acordo de cooperação na área. São várias iniciativas desenvolvidas com os estados e com os ministérios das Cidades, da Integração Nacional e da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em: www.pr.gov.br ewww.facebook.com/governopr

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Samsung lança Galaxy Gear





Galaxy Gear - O relógio do futuro.

A Samsung apresentou o futurista Galaxy Gear, o relógio do futuro que pode ser comprado “hoje”. MORFAR Na linha do tempo é possível ver aparelhos como o relógio utilizado pelo personagem do desenho animado “Inspetor Bugiganga”, e até o relógio utilizado pelos “Power Rangers” na primeira versão do seriado, que foi febre no Brasil nos aos 90. Também são utilizados como referência o relógio de “Os Jetsons” e do filme “O Predador”.


“Finalmente se tornou realidade”. Com essa assinatura, a campanha de lançamento do Galaxy Gear, da Samsung, mostra que todos aqueles relógios que vimos em atrações da televisão, em nossa infância, já é realidade.Para apresentar o relógio do futuro, o filme inclui cenas de Star Trek, Jetsons, Dick Tracy, Inspetor Bugiganga, Predador, Flintstones, Power Rangers, entre outros. A campanha conta com dois filmes: “A long time coming”, que destaca as funcionalidades dos relógios de cada atração, e “Evolution”, que aborda a evolução dos objetos de acordo com a época, terminando no lançamento da Samsung.